Vantagens de Ter Uma Área de Relações Internacionais no Município | Orbe Consultoria Internacional

Atualizado: Abr 26



1. Representar e assessorar membros do poder local em eventos, missões ou recepções estrangeiras.

Tanto compromissos regionais, nacionais ou internacionais podem ser escopo de um assessor na área de relações internacionais, que poderá oferecer informações pertinentes, como por exemplo, questões culturais, políticas, sociais e econômicas do local ou das pessoas recepcionadas, auxiliar quanto a comunicação em uma língua estrangeira, contatar entidades visando a projeção internacional do município, fazer networking sobre diferentes assuntos, apresentar iniciativas em nome da cidade, entre outras tarefas.

2. Realizar recepções estrangeiras e missões internacionais.

Desenvolver o contato com entidades, embaixadas, empresários e outros possíveis atores de interesse para realizar recepções estrangeiras e missões internacionais no município. Destaco a sensibilidade em relação a outras culturas e o conhecimento de outros idiomas que tal área deve possuir para ter um diferencial durante tal relacionamento.

3. Estabelecer e manter relações e parcerias com organizações não-governamentais, empresas internacionais, entre outros.

Os dois pontos anteriores necessitam que um acompanhamento das relações estabelecidas aconteça ou que a prospecção de uma oportunidade seja viabilizada pela aproximação que esse setor deverá fazer. Assim, a comunicação com contatos diversos a nível internacional cabe a esse funcionário.

4. Realizar atividades internas de apoio às outras secretarias.

Auxiliar na escrita de projetos e relatórios de participações internacionais, coleta de informações, estruturação e tradução de materiais, representação e auxílio na preparação de eventos com grande projeção, entre outras atividades possíveis.

5. Organizar eventos com iniciativas de internacionalização.

De acordo com as visões estratégias e demandas específicas de uma gestão, eventos locais que visem a participação e/ou atração de entes internacionais podem ser geridos por essa área. Um exemplo muito comum é a iniciativa na área de comércio, exportação e importação.

6. Estabelecer cooperação técnica e descentralizada sobre especialidades e assuntos específicos.

Identificar um município, brasileiro ou não, que seja expoente em uma área de interesse ou ajudar outro que queira se aprimorar em certa especialidade de uma gestão é um espaço interessante de aprendizagem e cooperação. Firmar um acordo desse tipo pode aprimorar setores primordiais como educação, infraestrutura, saúde e meio-ambiente.

7. Captação de recursos através de projetos e editais de financiamento internacionais.

Promover o município através de projetos que descrevam suas áreas de destaque é uma possibilidade promissora para criar benefícios e captar investimentos. Além disso, atrair financiamento local de agências internacionais de cooperação e de outros editais e fontes é algo que pode competir a um gestor de tal área em uma prefeitura.

8. Participação em redes de cidades.

Tal espaço busca unir cidades que comportam um objetivo em comum e que desejam trabalhar em conjunto. Uma vez formado o grupo, os participantes se comprometem a cooperar, gerando vínculos, compartindo ideias e experiências, ao passo que padronizam comportamentos e objetivos.

Exemplos: Mercocidades, Cities for Mobility e Associação Internacional das Cidades Educadoras (AICE).

9. Realizar irmanamento de cidades.

É uma iniciativa onde cidades que por laços culturais, econômicos, geográficos ou simples afinidades estabelecem uma base formal para a realização de eventuais acordos e programas capazes de propiciar troca de conhecimentos em políticas públicas, desenvolvimento e outras iniciativas voltadas ao atendimento da população. Identificar tais parceiros e possíveis projetos é outra capacidade de uma área de RI.

10. Ter apoio de organizações voltadas aos governos subnacionais.

A existência de tais instituições auxilia, de forma geral, a fortalecer o movimento municipalista, representar os interesses dos municípios em diferentes níveis e promover ações e projetos que desenvolvam sua autonomia.

Exemplos: Fórum Nacional de Secretários e Gestores Municipais de RI (FONARI) e Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Tais escopos são capazes de criar um diferencial de comunicação, integração e projeção internacional para o município, promovendo sinergia entre poder público e outros setores da sociedade. De maneira geral, essas medidas de internacionalização funcionam como ferramentas e uma alternativa para promoção de políticas públicas e do desenvolvimento local.

Tem interesse em saber mais sobre como estruturar e desenvolver esses passos em seu município? Entre em contato com os analistas de relações comerciais da Orbe que te apresentarão o trabalho desenvolvido por nossos especialistas do projeto Governamental.

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