Como a pandemia internacional afeta as exportações brasileiras?

Você tem espírito empreendedor e se interessa por exportação, pelo segmento de soja, e está preocupado com os impactos da pandemia de covid-19 nos seus negócios? Então veio ao lugar certo!


Graças a sua riqueza proteica e ao seu uso diversificado na alimentação, criação de gados, produção de biodiesel, elaboração de produtos químicos e cosméticos em geral, a soja é uma mercadoria central para a economia brasileira e possui um setor consolidado.


Neste artigo abordaremos os impactos da pandemia global nas exportações de soja do Brasil e as projeções para o setor.



A Soja no Cenário Internacional


Os Estados Unidos (123,664 milhões de toneladas) e o Brasil (114,843 milhões de toneladas) lideram a produção mundial de soja, segundo informações econômicas da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).


Além disso, os dados indicam que a produção estimada pelos sojicultores brasileiros para a safra de 2019/20 é de 126 milhões de toneladas do grão, o que concederia ao país a primeira posição no ranking de produtores.


A soja é o produto mais exportado pelo Brasil, que atualmente é considerado o maior exportador global de soja, fato que torna a cultura fundamental não apenas para e economia, mas também para o comércio exterior brasileiro.


Estima-se que mais de 50% da produção brasileira de soja, seja em farelo, grão ou óleo, é destinada à exportação. E mesmo no atual cenário de crise econômica, as exportações brasileiras de soja atingem ótimos números e representam oportunidades para os produtores nacionais.



Mas como a pandemia afetou o panorama internacional da soja?


Nos últimos meses, a crise causada pelo novo coronavírus afetou as exportações e cadeias produtivas de produtos agrícolas e em um período breve, produtores, importadores, indústrias e comerciantes já sofrem grandes impactos.


Desde a 2003, a presença chinesa no PIB (Produto Interno Bruto) global cresceu significativamente e o país se tornou o maior destino das exportações brasileiras, segundo o Ministério da Economia.


As mudanças no PIB chinês impactam a economia brasileira, já que além de importar produtos básicos brasileiros, a China desempenha papel importante na exportação de tecnologia e produtos elétricos e eletrônicos para o Brasil.


No início de 2020, a China, principal importadora da soja brasileira, era considerada o epicentro global da pandemia, até a metade do mês, havia cerca de 40 mil infectados no país. Economistas indicaram uma retração de 0,2% para a economia chinesa no ano de 2020.


No entanto, apesar da queda dos preços e das exportações brasileiras de soja por efeito do cenário instável causados pela pandemia no primeiro trimestre do ano, o mês de abril atingiu a marca histórica de maior volume de soja exportada em um mês (16,3 milhões de toneladas), de acordo com informações da Secex (Secretaria de Comércio Exterior).


As importações asiáticas, sobretudo chinesas, voltaram a subir e resultaram no reajuste do preço das sacas de soja cerca de 18,7% acima do valor anterior à pandemia. Desse modo, os produtores brasileiros aproveitaram a cotação favorável para comercializar a parte majoritária da suas produções e diversos agricultores uniram a parceria comercial com a China ao cenário propício e negociaram parcela da safra 2020/21.


No cenário internacional, os preços continuam em alta e estão levando sojicultores a negociar volumes cada vez maiores do produto.



E quando a pandemia acabar?


Diante do atual cenário, é difícil prever os próximos desdobramentos da pandemia, mas as prospecções para a exportação de soja são otimistas, o setor da soja tende à expansão!


Estima-se que em 2020 a produção de soja chegará a aproximadamente 80 milhões de toneladas e que o setor agropecuário será essencial para a recuperação da economia brasileira após o fim da pandemia global.


Especialistas projetam que apesar da redução de área, prejudicial para todo o setor agrícola, algumas culturas ganharão espaço nas próximas safras. Entre elas se destacam o café (26%), a soja (14%) e o milho (13,5%).


A soja brasileira ainda possui grande potencial de desenvolvimento e exportação. No entanto, os produtores brasileiros devem se manter atentos ao acordo comercial firmado entre a China e os Estados Unidos, que pode levar a potência asiática a substituir as commodities brasileiras pelas norte-americanas.


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Fonte: BBC | Canal Rural | Canal Rural | Embrapa | Embrapa | Estadão | G1 | Globo Rural | Valor Econômico.



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