Marketing urbano e o cenário de pandemia do COVID-19

Atualizado: Ago 15



Agora que você já sabe um pouco sobre o Marketing Urbano e seus elementos essenciais na gestão pública, vamos entender melhor como fica essa questão diante do cenário de pandemia.




A pandemia do COVID-19 e a superlotação do sistema de saúde

Com a pandemia do novo coronavírus, além do debate acerca da situação econômica, muito se fala sobre a superlotação dos hospitais. A preocupação com o número de internações decorre do fato do Brasil não apresentar uma quantidade satisfatória de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva). Segundo dados registrados em janeiro de 2020 pelo Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, apenas 545 dos 5570 municípios do país possuem leitos de UTI.


Em janeiro, o Brasil contava com 50 mil leitos de UTI, distribuídos de forma desigual pelo país em virtude das disparidades regionais, sendo 22 mil deles disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) feita antes da atual pandemia é de que os países tenham de um a três leitos disponíveis em unidades de terapia intensiva (UTI) para cada 10 mil habitantes, o que revela um cenário preocupante tendo em vista que a chegada da pandemia altera profundamente as necessidades do país.


Com isso, a Orbe Consultoria Internacional traz um questionamento para o futuro próximo.


Como o cenário da saúde durante a pandemia pode afetar as preocupações governamentais quando acabar a crise do COVID-19?

Sabemos que a crise gerada pela COVID-19 refletirá em novas prioridades dos governos municipais, tendo em vista a chegada das eleições municipais e posteriormente, federais. Por isso, a Orbe destaca o ‘’Movimento Cidades Saudáveis’’, proposto pela Organização Mundial de Saúde, no final da década de 80, tendo como objetivo motivar governos e sociedade civil a desenvolver estratégias e estabelecer políticas públicas urbanas voltadas à melhoria da qualidade de vida.


Apesar de proposto há mais de 3 décadas, hoje o projeto Cidades Saudáveis continua sendo um movimento global, tendo por base o conceito de Saúde para Todos no Século XXI da OMS. A agenda Cidades Saudáveis representa uma nova forma de gestão municipal, baseada na ação interinstitucional e intersetorial, pois promove a implementação de projetos estratégicos em diferentes ambientes, como escola, indústria e espaços de lazer.


O Marketing Urbano

O marketing urbano envolve ações de marketing de uma cidade, voltadas para a construção de uma imagem e identidade que transforme a cidade em “mercadoria”. Dessa maneira, deve-se buscar uma identidade comercializável e rentável como forma de atrair investimentos produtivos privados, bem como realização de congressos, festivais ou determinados eventos esportivos, por exemplo.


Pensando num cenário pós-pandemia de COVID-19, a Orbe considera válida a estratégia dos governos municipais estabelecerem o marketing urbano para a área da saúde e fazer desse nicho de atuação uma “vitrine” que beneficie a receita municipal em questão, tendo em vista que poucas cidades brasileiras se destacam por uma gestão inteligente no setor de saúde.


Isso pode ser buscado através de parcerias público privadas ou com equipes de intervenção especializadas nessa área, para que o município obtenha um fácil reconhecimento no setor da saúde tanto pelos habitantes quanto pelos cidadãos ao redor do mundo. Além disso, o investimento no marketing urbano voltado para a saúde proporcionará sua projeção internacional, e trará consigo diversos benefícios junto ao desenvolvimento do município.


Se interessou sobre o assunto e quer saber mais? Confira como o nosso serviço de internacionalização municipal pode atuar junto ao marketing urbano ou de cidades. Fale com um especialista e agende já o seu diagnóstico gratuito conosco!


Fontes: Scielo SP | EXAME | UOL | EXAME




Agende um diagnóstico gratuito!

arrow&v
arrow&v
arrow&v
arrow&v

© 2020 | Empresa Júnior de Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Franca, São Paulo.