A exportação brasileira de açaí

Atualizado: Mai 3


O Fruto de cor arroxeada, também denominado como açaí, juçara ou açaí-do-Pará, é um fruto que nasce nas palmeiras das regiões amazônicas. E a ciência vem o considerando um superalimento por ser uma fonte calórica, rica em antioxidantes e nutrientes além de possuir poder anti-inflamatório.

Mas por que devo exportar meu açaí?


A Orbe vai te dar alguns pontos, como: público-alvo, dados econômicos, destinos de exportações que proporcionaram sucesso para empresas do ramo.


O açaí e a saúde

Primeiramente, o açaí possui uma série de benefícios, além do seu alto valor agregado para quem trabalha e de quem o consome. Essa pequena fruta, nas suas mais diferentes formas de consumo caiu no gosto específico de um público; público este característico por se preocupar com a alimentação e buscar por alimentos mais nutritivos que possam lhes proporcionar saúde e bem-estar. Um exemplo mais palpável são os atletas que consomem o açaí como fonte de carboidratos e vitaminas a fim de conseguir energia para os treinos e atividades físicas.


O açaí em números

Em termos econômicos, em 2018 foi exportado cerca de 2,3 mil toneladas de açaí, totalizando um superávit de aproximadamente US$ 17 milhões segundo os dados fornecidos pelo G1 e pelo Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Estado do Pará. Entre os maiores importadores deste fruto brasileiro, segundo a CIN e a FIEPA, estão os Estados Unidos, que correspondem a cerca de 40% do consumo de toda a produção, o que equivale a 2,7 milhões de dólares. Em seguida, os próximos destinos são o Japão e a Austrália, onde são exportadas 236 e 194 toneladas, respectivamente, movimentando cerca de 1,5 milhão de dólares. Por último, temos o continente europeu, entretanto os destinos dentro dele variam conforme a franquia de açaí que é estabelecida. Por exemplo, a franquia Açaí Rei exporta a polpa de fruta para Portugal e Finlândia há três anos e a Açaí no Ponto exporta para Inglaterra desde 2017.


Case de sucesso

A Orbe Consultoria Internacional traz o caso da ECO FRESH, uma empresa que tem ampliado seu processo de internacionalização para o Oriente Médio, mais especificamente a Arábia e os Emirados. Segundo Lucas Garcia, gerente de exportações da empresa, os árabes representam cerca de 10% das exportações e querem subir essa porcentagem para 20% até 2021 e para isso já tem estudado o mercado em outros países árabes como o Líbano, Catar, Kuwait e Bahrein.


Fontes: G1 | Comex do Brasil | Abra Frutas | Fiepa | Tua Saúde | Em Tempo



Agende um diagnóstico gratuito!

arrow&v
arrow&v

© 2020 | Empresa Júnior de Relações Internacionais da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais de Franca, São Paulo.