O comércio mundial de lingerie

O comércio mundial de lingerie cresce de forma moderada ao longo dos anos. A ampliação de canais de venda e o impacto dos influenciadores digitais nas tendências do segmento auxiliam na constante renovação do setor. Nesse sentido, este artigo tem a intenção de traçar um panorama do mercado internacional de lingerie.


Para isso, serão abordadas as tendências apresentadas pelo segmento, os dados do comércio mundial do setor e como a pandemia impactou este mercado. Você, empresário que pensa em exportar, não pode perder essas informações. Elas ajudarão no desenvolvimento de estratégias assertivas para a sua empresa.



Tendências de confecções de lingeries

A lingerie deixou de ser uma peça secundária que deve ser escondida e passou a ganhar mais evidência. Ao longo dos últimos anos, a peça ganhou o protagonismo nas tendências de moda. Para adequar-se a este cenário, as empresas buscam produzir uma enorme variedade de peças, tamanhos e formatos. O objetivo do mercado é conseguir inovar para atrair cada vez mais o olhar do consumidor.

Com todo esse investimento, é comum ver combinações de roupas em que as peças íntimas ganham destaque. Exemplos disso são as produções em que um pouco dos detalhes do sutiã aparecendo, ou um corpete em conjunto com uma calça ou short.


Outra tendência interessante tem sido com relação à busca pela maior aceitação dos corpos fora do padrão. Com isso, a moda plus size e a valorização de diferentes etnias tem sido cada vez mais percebido. Para ganhar espaço neste cenário, as marcas têm buscado mais diversidade nas modelos de suas publicidades.



Comércio mundial do setor

O maior exportador de lingerie do mundo é a China, que lidera com 76% a frente do segundo maior exportador em valor. Em seguida, Hong Kong, Vietnã, Sri Lanka, Bangladesh, Alemanha e França são postos no topo das exportações do mercado de lingerie.


Com relação à importação, os Estados Unidos lideram com 64% a frente do segundo país em valor importado. Dando continuidade a lista de maiores importadores, encontram-se Alemanha, Japão, França, Hong Kong, Reino Unido, Países Baixos e Itália.


Você também pode saber mais sobre a influência do comércio brasileiro de lingerie para o mundo. Para isso, é só acessar nosso último post sobre o segmento.



Impacto da pandemia para o mercado de lingerie

A partir das medidas de prevenção do COVID-19, como o fechamento de shoppings, escritórios, lojas de varejo e etc., comércio mundial de lingeries sofreu um impacto. A China, líder da exportação do segmento, influencia o mundo todo através da paralisação de suas fábricas.


Além disso, as restrições de viagem em todos os continentes afetam a busca por oportunidades de parcerias. Em adição a todos estes fatores, as pessoas terem que ficar em casa e evitarem viajar, fez com que as pessoas reduzissem a compra de roupas. Diante de todo este impacto da pandemia, as empresas recorreram a corte de gastos. Entre eles estão demissões, redução de salários e não continuidade de novos projetos.


A expectativa no segmento de lingerie para depois da pandemia é de que a demanda volte a aumentar. Muitas pessoas mudaram seus hábitos de consumo durante a quarentena, optando por itens mais confortáveis. Com isso, a tendência é que no pós-COVID-19 é que as pessoas voltem a consumir as peças íntimas conforme a rotina retornar à antiga.



A Orbe Consultoria Internacional

Agora que você já sabe o panorama geral do comércio mundial de lingerie e o impacto sofrido por ele devido a pandemia, imagino que você ainda não saiba para onde exportar. Justamente neste ponto que a Orbe Consultoria Internacional pode te ajudar. Através do nosso serviço de identificação de mercados, a Orbe te indicará os países em que seus produtos têm mais chances de adaptação. Entre em contato conosco!


Fontes: Trade Map | Febratex Group | Cision PR Newswire | Fashionating World








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